http://www.4shared.com/document/Zy9GHaK_/Barrington_Moore_los_origenes_.html
Em espanhol... se não sabe ainda, boa hora!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Parque do Atalaia ganha nova área com a incorporação das terras da Fazenda do Sertão
O Globo, 26/07/11
Publicada em 26/07/2011 às 10h23m
Paulo Roberto Araújo (pra@oglobo.com.br)RIO - Incrustado na capital do petróleo, o Parque do Atalaia, em Macaé, vai expandir suas fronteiras. A área de 2,5 milhões de metros quadrados de fauna rica e vegetação nativa e intacta vai ganhar mais 3,5 milhões de metros quadrados com a incorporação das terras da Fazenda do Sertão, que está em processo de desapropriação amigável. O crescimento vai garantir a preservação de mais um trecho remanescente da Mata Atlântica e mais proteção para uma centena de espécies animais, entre elas o Bugio, macaco que está em risco de extinção e é uma das estrelas da unidade de conservação. Na nova área também está a nascente do Rio Areia Branca, que deságua no Macaé.
Para o secretário de Meio Ambiente de Macaé, Maxweel Vaz, o Parque Atalaia é um dos mais bem estruturados do estado, pois conta com plano de manejo, alojamentos para pesquisadores, auditório, biblioteca e área para refeições. A desapropriação dos 3,5 milhões de metros quadrados, segundo o secretário, é apenas a primeira etapa do plano de expansão do parque:
- Uma cidade que recebe tanto impacto do setor petroleiro precisa dar uma contrapartida ao meio ambiente. A recuperação da Mata Atlântica degradada é uma desafio para o Estado do Rio. Com a ampliação do parque, a fauna e a flora são preservados, e a cidade aumenta sua arrecadação através dos incentivos do ICMS verde - previu Vaz.
Ambientalistas fotografam as belezas naturais do parque
A riqueza do Parque Atalaia, que fica a 27 quilômetros do Centro de Macaé, é tema do livro "Atalaia", que os ambientalistas e fotógrafos Rômulo Campos e Cláudia Barreto lançam nesta terça-feira, no Solar dos Mellos, em Macaé. Além da fauna, as lentes dos autores do livro retratam espécies raras da flora encontradas no parque, como jequitibá, vinhático, braúna e pau-d'alho. O parque foi criado em 1995 e é a principal unidade de conservação de Macaé.
FOTOGALERIA: Veja algumas imagens do livro
Além do Bugio, que é um animal diurno e pode viver em grupos de até 15 indivíduos, o parque abriga mais de 150 tipos de pássaros, cachorros do mato, furões, lontras, papagaios, tatus, gambás, entre outras espécies. Para fotografá-los, Rômulo e sua mulher, Cláudia, passaram muitas horas na floresta nos últimos anos. Numa das visitas ao parque, Cláudia pisou numa cobra jibóia de quase dois metros de comprimento, quando subiu numa pedra para ajudar o marido a iluminar uma aranha que seria fotografada.
- Fotografar a natureza é extremamente gratificante, mas ao mesmo tempo bastante extenuante. São dias e dias acordando de madrugada, colocando o equipamento fotográfico em risco constante, devido às condições adversas num ambiente preservado e selvagem. Mas quando você se depara com os bugios, com os tangarás, com as preguiças, é altamente recompensador - conta Rômulo Campos.
Além da proteção ambiental, o Parque Atalaia abrange uma proposta maior: a criação de corredores ecológicos ligando o parque às reservas União e Poço das Antas, habitats do mico-leão dourado. O corredor verde permite o deslocamento de diversas espécies de flora e fauna.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/07/26/parque-do-atalaia-ganha-nova-area-com-incorporacao-das-terras-da-fazenda-do-sertao-924975022.asp#ixzz1TJIglOd3
quarta-feira, 6 de abril de 2011
História da Educação - Livros para apresentação e roteiros de exercícios
Fala, colegas!
Conteúdo completo para as apresentações:
http://www.4shared.com/account/home.jsp?afu=12941680&afp=aca8f515
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sábado, 26 de março de 2011
Trilha colonial criada para o desvio do ouro é explorada por aventureiros na Serra da Bocaina, entre Rio e São Paulo
Publicada em 26/03/2011 às 17h03m
Texto e fotos do leitor Hugo de CastroA caminhada começa a aproximadamente 1.500 metros de altitude e segue descendo a serra até chegar ao nível do mar, a 15 quilômetros do bairro do Perequê, já em Mambucaba, distrito de Angra dos Reis (RJ). Veja a fotogaleria.
Neste local, existe um caminho que serpenteia a serra, aberto originalmente pelos índios, ligando o litoral Fluminense ao Vale do Paraíba e que guarda as pegadas de antigos bandeirantes, tropeiros e, agora, dos atuais aventureiros.
Poucas trilhas no Brasil têm tanta história e poucas reúnem tanta beleza como essa, conhecida como Trilha do Ouro. Ela é um fascinante caminho colonial aberto no século XVII como alternativa para o contrabando do ouro vindo das Minas Gerais.
Em toda a sua extensão, podemos nos deslumbrar com um dos trechos mais exuberantes da Mata Atlântica, com cachoeiras de tirar o fôlego, lindas paisagens e um cenário que começa com araucárias e hortênsias, típicas de climas mais temperados, e termina com bromélias e bananeiras tropicais.
Prepare-se para uma verdadeira viagem pelo túnel do tempo. Na trilha, o aventureiro vai caminhar sobre o "pé de moleque", secular calçamento feito com enormes pedras trazidas das margens do rio Mambucaba pelos escravos, além de ver vários vestígios de uma época mais antiga ao longo do caminho, como as ruínas de um antigo engenho de cana-de-açúcar.
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2011/03/25/trilha-colonial-criada-para-desvio-do-ouro-explorada-por-aventureiros-na-serra-da-bocaina-entre-rio-sao-paulo-924085937.asp
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2011/03/25/trilha-colonial-criada-para-desvio-do-ouro-explorada-por-aventureiros-na-serra-da-bocaina-entre-rio-sao-paulo-924085937.asp
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Referência - Mulheres na sala de aula
Colegas, a referência correta é:
LOURO, Gaucira Lopes. Mulheres na sala de aula. In: DEL PRIORE, Mary (org.). História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
LOURO, Gaucira Lopes. Mulheres na sala de aula. In: DEL PRIORE, Mary (org.). História das Mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
quarta-feira, 2 de março de 2011
A loucura porta carteira de motorista
“A loucura porta carteira de motorista
Algumas, muitas, a maioria das pessoas não compreende a dimensão dos próprios direitos. A reação pró-assassinato dos ciclistas que protestavam é simplesmente surpreendente. Espero que não se tente assassinar professores, metalúrgicos ou outras categorias quando, em protestos legítimos, obstruírem as ruas e avenidas de uma cidade. Ou comboios do exército, quando estes garantirem o próprio privilégio legal de passagem por essas mesmas ruas e avenidas. Ou as autoridades públicas quando trancarem as ruas com batedores em alta velocidade. A loucura anda solta e porta carteira de motorista. É assustador. Mais, ainda, quando cidadãos apoiam a quase chacina ocorrida em Porto Alegre, com razões infantis, como a necessidade de pedir licença à autoridade para circular de bicicleta pelas vias públicas da cidade, seja em grupo de três ou cem. De lembrar que automóveis também andam em grupos e se auto-obstruem em colossais engarrafamentos e não pedem licença a essa mesma autoridade. Lamentável é uma palavra fraca demais. O episódio é tristemente lamentável, porque se trata de um indicativo do quão frágil é nossa cidadania e quão infantilizados estão nossos corações e mentes. Estamos perdidos na obscuridade sem remédio.
Temos observado pessoas ligadas à segurança do trânsito emitirem opiniões reveladores de uma visão totalmente anti-cidadã. Uma dessas convicções entende que bicicletas não devem andar no trânsito, mas, sim, em parques, em pistas especiais, por lazer. Temo que tais idéias venham da própria formação desses profissionais, e mesmo de universidades. A conscientização, esta fica em segundo plano. Pouquíssimo se faz nessa direção. É hora de uma revisão conceitual. E, principalmente, garantir o direito dos ciclistas. Parece mais fácil fazermos acusações às próprias vítimas do trânsito que, no presente caso, estão buscando, seguindo tendência mundial, o direito de circular sem poluir. Direito esse que se afigura como um dever de consciência para aquele grupo de pessoas.
Espero estar entre elas na próxima bicicletada.
Edgar O. Lopes ”
sábado, 15 de janeiro de 2011
Circuito Turístico em Rio das Ostras - O Globo On Line - Bairros
Três quilômetros e meio de história
Quatro mil anos separam o início da história de Rio das Ostras dos dias atuais. Apesar do longo tempo que se passou desde o início da civilização na região, a memória ainda está viva pelas ruas. E pode ser conferida com apenas 3,5km de caminhada, graças a um circuito histórico e cultural lançado pela prefeitura.O passeio reúne 15 pontos turísticos. A largada acontece no posto de informações turísticas da Praia da Tartaruga, onde estão disponíveis pequenos cadernos com 12 páginas cada, que funcionam como guias. De lá, parte-se para o famoso Poço de Pedra do Largo da Nossa Senhora da Conceição, na Praça José Pereira Câmara. Outra atração é a Figueira Centenária, que, segundo relatos, serviu de abrigo ao Imperador D. Pedro II quando ele fazia uma viagem pela região.
De acordo com o secretário de Turismo, Alan Machado, além de levar histórias como essas ao conhecimento da população, o circuito ainda beneficia a economia local.

— Além de ser uma forma de lazer e conhecimento, o circuito fomenta a economia local, já que passa por pontos onde há muito comércio e quiosques.
Ainda estão incluídos no roteiro a Praça São Pedro, onde fica a concha acústica, e a Casa de Cultura Dr. Bento Costa Júnior, transformada em sede da cultura da cidade em 1997. O museu de sítio arqueológico Sambaqui da Tarioba, que expõe ossadas indígenas, é um dos mais procurados.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
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